Gil do Vigor Expressa Lamento por Perda de Seguidores após Conteúdo Financeiro 

Gil do Vigor desabafa após perda de seguidores: 'Seguirei autêntico'

Gilberto Nogueira, conhecido como Gil do Vigor, influenciador e ex-participante do Big Brother Brasil, expressou sua postura firme após enfrentar uma queda de 45 mil seguidores nas redes sociais. O fenômeno da perda maciça de seguidores foi observado após posicionamentos e manifestações do influenciador que não foram bem recebidos por parte do público.

Em suas declarações, Gil reforçou seu compromisso com a autenticidade e afirmou que não pretende se moldar para agradar a todos. "Seguirei sem me encaixar", afirmou. Sua atitude de não se dobrar a pressões externas e manter-se fiel às suas convicções gerou apoio de seus seguidores mais leais, que destacaram a importância de genuinidade e posicionamentos claros.

Esse episódio reacende debates sobre a pressão enfrentada por figuras públicas para se adequarem aos padrões e expectativas do público, contrastando com a necessidade de expressão autêntica e independente. Gil do Vigor, ao enfrentar essa perda expressiva de seguidores, reforça a relevância de se manter fiel aos próprios valores em um ambiente digital muitas vezes marcado por polarizações e cobranças por conformidade. Apesar da oscilação na base de seguidores, o posicionamento de Gil pode fortalecer sua conexão com uma audiência que valoriza autenticidade e posicionamentos genuínos. O impacto desse desabafo transcende a esfera pessoal do influenciador, ecoando como reflexão sobre a dinâmica das redes sociais e a importância de se preservar a própria identidade em meio a pressões externas.

Especialista, Thacísio A. Rio, explica sobre direitos do Consumidor na hora da troca de presentes de Natal 

Passado o Natal, o movimento no Shopping, e nas lojas em geral, dá aquela acalmada. Só que não. A corrida agora é pela troca de presentes recebidos durante a festa. Seja o brinquedo que veio quebrado, a roupa que não serviu, aquele item que não combina nada com o seu estilo, ou algo que você simplesmente não gostou. Tem sempre um motivo. Mas os consumidores precisam ficar atentos aos direitos na hora de trocar os produtos, alerta o advogado especialista no Direito do Consumidor, Thacísio A. Rio.

 

“O Código de Defesa do Consumidor não obriga o fornecedor a fazer trocas por motivo de tamanho, gosto e/ou estilo, a medida só será obrigatória se no ato da compra a loja se comprometer a fazer. E será válido somente dentro do prazo estabelecido por eles no ato da compra. Já no caso de o produto estar com defeitos ou problema em seu funcionamento, o fornecedor tem até 30 dias para resolver, caso isso não aconteça dentro deste período, o consumidor pode optar pela troca do produto, devolução do dinheiro ou abatimento proporcional do preço”, explica Thacísio.

O especialista orienta para que antes da finalização da compra, sempre pergunte sobre as condições, possibilidades e prazos para troca do produto. E ressalta a importância de guardar sempre o cupom fiscal ou recibo de compra. Thacísio explica ainda, que deverá prevalecer o valor pago pelo produto, mesmo que haja liquidações ou até aumento do preço. “Salvo quando a escolha de troca seja pelo mesmo produto, apenas em cor ou tamanho diferente. Neste caso, não poderá ser exigido complemento de valores, nem para o fornecedor, nem para o consumidor”, destaca.

 

Thacísio também destaca que aqueles famosos sete dias para troca só são realmente regra, se a compra for realizada de forma não presencial. “Em caso de compra física, ao qual, o consumidor viu, provou e naquele momento gostou, não terá o direito de arrependimento”, completa.

 

E continua: “Outro ponto importante para o consumidor é a PROTEÇÃO DE PREÇO, que se refere as comprar realizadas com CARTÕES DE CRÉDITOS, ao qual as bandeiras de diversões cartões traz um benefício oferecido aos portadores, permitindo o reembolso da diferença de preço caso o valor de um produto adquirido seja reduzido em um determinado período após a compra, ou seja, imagine você acabou de comprar um celular “X” por 5 mil, e em dois dias esse aparelho reduziu para 4 mil, você terá o seu direito resguardado pela proteção de preço ofertado pelo seu cartão de crédito, em casos de roubos e furtos também”, explica detalhando abaixo:

 

Seguro Proteção de Preço no Cartão de Crédito: Uma Garantia Financeira

 

O Seguro Proteção de Preço oferecido por cartões de crédito tem se tornado uma opção cada vez mais atraente para consumidores preocupados com a estabilidade financeira. Esse serviço visa proporcionar uma camada adicional de segurança, protegendo os usuários contra variações de preço em produtos adquiridos com o cartão. Vamos explorar mais a fundo esse benefício e entender como ele pode ser uma ferramenta valiosa para os consumidores.

 

Como Funciona: O Seguro Proteção de Preço funciona como um escudo financeiro, reembolsando a diferença de preço caso o produto adquirido sofra uma redução em um determinado período após a compra. Essa redução pode ser resultado de promoções, liquidações ou simplesmente uma queda natural no preço de mercado.

 

Benefícios para o Consumidor:

 

Economia Financeira: Os consumidores têm a oportunidade de se beneficiar de eventuais reduções de preço, garantindo que não paguem mais do que o necessário por seus produtos.

 

Tranquilidade: Saber que estão protegidos contra variações de preço proporciona aos usuários uma sensação de segurança e tranquilidade nas suas transações.

 

Limitações e Condições: É crucial que os usuários compreendam as condições e limitações associadas ao Seguro Proteção de Preço. Normalmente, há um prazo definido após a compra durante o qual a redução de preço é válida. Além disso, alguns produtos podem não ser elegíveis, e a diferença de preço pode estar sujeita a um limite máximo.

 

Processo de Reclamação: Em caso de variação de preço, os usuários geralmente precisam entrar em contato com a seguradora do cartão de crédito, fornecendo documentação que comprove a mudança no valor do produto. O processo pode variar, e é essencial seguir as instruções fornecidas pela instituição financeira.

 

Considerações Finais: O Seguro Proteção de Preço do cartão de crédito é uma ferramenta valiosa para consumidores conscientes, oferecendo uma camada extra de proteção financeira. No entanto, é crucial entender os termos e condições associados a esse benefício, garantindo que seja utilizado de maneira eficaz.

 

Em um cenário econômico onde a estabilidade financeira é essencial, o Seguro Proteção de Preço emerge como uma estratégia inteligente para maximizar o valor do dinheiro gasto nas compras cotidianas. Ao compreender como esse benefício funciona e como utilizá-lo adequadamente, os consumidores podem colher os frutos de uma gestão financeira mais consciente e eficient



Dignidade Menstrual

 O Desafio da Pobreza Menstrual entre as Mulheres no Brasil 


A menstruação é uma parte natural e resulta na vida de quase metade da população mundial. No entanto, para muitas mulheres no Brasil, a chegada do ciclo menstrual é acompanhada por uma realidade dolorosa e desafiadora: a pobreza menstrual. Esse termo se refere à falta de acesso a produtos de higiene menstrual adequados, informações educacionais sobre saúde menstrual e condições sanitárias básicas, colocando as mulheres em situações constrangedoras, insalubres e, muitas vezes, prejudicando sua dignidade.

Uma Questão de Dignidade

Dignidade menstrual é uma extensão da luta pelos direitos das mulheres e pela igualdade de gênero. A incapacidade de acessar produtos menstruais funcionam diretamente na autoestima e no bem-estar das mulheres, deixando-as vulneráveis ​​a constrangimentos e impactando sua participação ativa na sociedade. Considerando a falta de acesso a absorventes, por exemplo, muitas vezes leva a improvisações inseguras, como o uso de jornais, panos velhos e até mesmo materiais inapropriados, aumentando o risco de infecções e problemas de saúde.

Realidade Brasileira

No Brasil, a pobreza menstrual é um problema sério e muitas vezes invisível. Embora o país tenha avançado significativamente em diversas áreas, o acesso universal a produtos de higiene menstrual ainda é uma questão não resolvida para muitas mulheres, especialmente aquelas de baixa renda. Uma pesquisa do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) mostrou que uma em cada quatro meninas já faltou na escola por não ter acesso a menstruais adequadamente.

O desafio também se estende para a esfera do trabalho, onde a falta de conscientização e políticas em muitos casos leva à discriminação e à falta de deficiência adequada para mulheres em seus locais de trabalho durante o período menstrual.

Iniciativas de Mudança

Felizmente, organizações não governamentais, ativistas e grupos da sociedade civil estão se mobilizando para combater a pobreza menstrual no Brasil. Essas iniciativas visam não apenas fornecer produtos menstruais, mas também educar as mulheres sobre a saúde menstrual, promover a conscientização e impulsionar políticas públicas que garantam a dignidade menstrual.

Além disso, a discussão em torno da pobreza menstrual está gradualmente se tornando parte do discurso público, à medida que mais pessoas confirmam a importância de garantir que todas as mulheres tenham acesso a produtos e informações menstruais adequadas.

 Rompendo o Silêncio

A pobreza menstrual é um desafio complexo que afeta a dignidade e o bem-estar das mulheres no Brasil. A sociedade deve se unir para garantir que todas as mulheres, independentemente de sua renda, tenham acesso a produtos de higiene menstrual, seguros e seguros, bem como educação sobre saúde menstrual. Conscientização, a educação e a ação política são componentes cruciais para romper o silêncio em torno dessa questão e criar uma sociedade mais igualitária e digna para todas as mulheres brasileiras.



Por Léia Maria /História Cultural Data: 30 de agosto de 2023 



"60 Dias de Neblina" Um Tributo à Maternidade nos Palcos do Teatro Gláucio Gill

 Estreia no dia 2 de setembro (sábado) em curtíssima temporada


O Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, Rio de Janeiro, recebe com entusiasmo a estreia do espetáculo "60 Dias de Neblina" no dia 2 de setembro. Sob a direção de Beth Goulart, a peça traz à vida o texto de Renata Mizrahi, uma adaptação livre do renomado best-seller de Rafaela Carvalho. Com Juliana Didone no papel principal, a montagem apresenta uma jornada hilária e sincera pelos desafios e delícias da maternidade precoce. A temporada é breve, estendendo-se até 25 de setembro, com apresentações aos sábados (20h), domingos (19h) e segundas (20h).

O enredo de "60 Dias de Neblina" mergulhou nos primeiros meses de maternidade, explorando as alegrias, os dilemas e as descobertas de Luísa, uma mãe da primeira viagem. Inspirado no sucesso literário de Rafaela Carvalho, o espetáculo traz à tona sensações desconhecidas e reais, como as emoções em turbilhão, as noites mal dormidas, a amamentação e os desafios da autonomia. Com uma abordagem repleta de humor e leveza, a peça se apresenta como um ato de acolhimento e um apoio emocional para todas as mães que enfrentam as complicações da maternidade.

Juliana Didone, atriz de trajetória marcante, protagoniza o espetáculo, trazendo a experiência pessoal da maternidade para a interpretação de Luísa. Seu contato com o livro "60 Dias de Neblina", que vendeu mais de 200 mil cópias e conquistou traduções para inglês e espanhol, passou a ela uma conexão profunda com a história retratada. A peça transcende o palco, tornando-se um espaço de conexão e compreensão para mães que buscam compreender os altos e baixos do primeiro contato com a maternidade.

A montagem, enriquecida pela direção experiente de Beth Goulart, explora as complicações emocionais e a dualidade inerente à maternidade. Com uma equipe quase totalmente feminina, incluindo nomes como Verônica Rocha (Assistente de direção), Mariana Barreto (Figurino), Fernanda Mantovani (Desenho de luz), Maíra Freitas (Trilha sonora), Daniela Cavanellas (Preparadora corporal) e Rose Gonçalves (Preparadora vocal), a peça busca a sensibilidade e a sensibilidade em sua representação da jornada materna.

Com o patrocínio da Ademicon Consórcio e Investimento, e a realização de Juliana Didone Produções e WB Produções, "60 Dias de Neblina" promete ser um testemunho tocante da aventura que é a maternidade. Nas sessões selecionadas, a peça será acessível com intérprete de Libras e audiodescrição, proporcionando a inclusão de todos os públicos.

A peça, que se apresenta como uma colaboração entre o Ministério da Cultura e o Atacadão, traz consigo não apenas uma representação cênica, mas também uma conexão genuína com a experiência humana. Através das palavras da autora Rafaela Carvalho, o espetáculo lembra a todos nós que a maternidade é uma jornada de transformação, repleta de emoções intensas e amor incondicional.

Para mais informações e ingressos, acesse: Site Oficial



Léia Maria /História Cultural 



Festival da Lua Cheia 

​​Entre a Promessa e a Realidade Sonora 


O cenário musical sempre busca reinvenção e novas formas de oferecer experiências únicas aos seus aficionados. 

No entanto, entre os muitos festivais que prometem transcender as barreiras da música e da arte, subsiste o Festival da Lua Cheia 

 Mas será que este evento merece sua atenção? Fui averiguar. 

Identidade Única

O Festival da Lua Cheia que começou no Village Mall se propõe a ser mais do que uma simples celebração musical; ele se apresenta como um mergulho profundo em uma jornada de identidade, expressão e conexão. No entanto, tal intenção levantou questionamentos sobre como ele se diferencia dos demais festivais que competem pelo espaço e pelo público.

Diversidade Musical em Destaque

Uma das cartas na manga do Lua Cheia Village Mall é a sua abordagem eclética à programação musical. Com uma diversidade de gêneros que variam do rock inspirado na New Wave e na Jovem Guarda com artista como Léo Jaime, MPB com Adriana Calcanhotto e Samba com Diogo Nogueira e outros mais 

O festival busca atender aos diversos espectadores, que buscam por novas e envolventes experiências sonoras.

Cenário Imersivo e Atmosfera Íntima

O diferencial do festival está em sua localização: O cenário promete uma atmosfera intimista, onde os participantes poderão se conectar tanto com a música quanto com o espaço envolvente. A promessa de uma experiência imersiva, onde a música e a natureza se misturam, 

Desafios em Garantir uma Identidade Própria

É importante observar que criar uma identidade autônoma em um mercado saturado de festivais não é uma tarefa simples. 

O Lua Cheia vai além do fascínio visual e sonoro, provando que possui uma visão clara e coerente que justifica o seu lugar no calendário dos festivais.

 Vale a Pena a Jornada?

O evento se apresenta como um destino para os amantes musicais que buscam mais do que simples entretenimento. 

A diversidade musical e o cenário envolvente são, sem dúvida, atrativos, é um festival com uma identidade única e duradoura desde seu primeiro evento em 2015. 

A verdadeira medida de seu sucesso vem sendo determinada pelo público na perspectiva de cada indivíduo e sua busca por uma experiência que vai além do convencional e que deixa uma marca duradoura em sua jornada musical.

O evento consegue cumprir sua ambição de ser uma experiência fiel e vivida.


Léia Maria /História Cultural 



Fernanda Nunes Lopes de Souza

 É Mestre em Educação pela UNESA 2007, com MBA em

Administração, Finanças, e Geração de Valores pela PUCRS 2020, Especialista em Auditoria de Sistema pela UNESA 2001 e Fundadora da COTI INFORMATICA – Escola de Nerds, a qual atua com CEO.

  @fernandanunes_01

 fernandanunes@cotiinformatica.com.br


Educação e Inteligência Artificial

Novos Tempos, Novos espaços, Novos Saberes

15/07/2023


E novamente estamos aqui, conectados ao ciberespaço, que hoje possui universos paralelos conectados entre si, onde parte da população mundial conectada já possui seu avatar interagindo virtualmente no Metaverso. No mês de outubro, ano de 2022, o tema mais discutido na Inovattion Week, era o Metaverso, que é um universo virtual que busca reproduzir a realidade usando tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada e internet. Nesse espaço virtual coletivo, é possível criar um avatar, conversar com pessoas, jogar, comprar itens virtuais, entre muitas outras possibilidades. Muitas empresas então correm para construir seus conglomerados virtuais e seus avatares nesse ambiente, até que algo novo surge. Novembro de 2022, e o ChatGPT é lançado. Um chat alimentado por Inteligência artificial da empresa OpenAI, em um período pós-pandemia do COVID19, onde o mundo conectado não avançou... ele deu um salto!

Os últimos seis meses marcaram um ponto de virada na maneira como percebemos e utilizamos a inteligência artificial em nosso cotidiano. Nesse tempo, em que tudo parece volátil, torna-se inevitável perguntar: como podemos suprir o que buscam, hoje, professores, alunos e profissionais nas ações de educar e aprender, respectivamente?

As pesquisas no ciberespaço não são mais simplesmente uma busca por respostas colocadas ali por seres humanos. Hoje, elas são cocriadas por humanos, somados a inteligência artificial programada por nós para isso, que de alguma forma já não é mais controlada por nós.

Temos o ChatGPT como novo auxiliar na construção e disseminação do saber. Questionamos, também, a velocidade como surgem e desaparecem objetos digitais, competências profissionais e como as relações se estabelecem (DREIFUSS, 2002).

Para Assmann (1998, p. 26), “educar é a mais avançada tarefa social emancipatória”, e, na era do conhecimento, saber manipular a informação, a ser posteriormente transformada em conhecimento, constitui num primeiro passo para poder ser emancipado.

A guisa de ilustração cabe lembrar que o termo educar vem do latim educeare, composto do prefixo ex (indicativo de movimentar para fora) e do verbo ducere (conduzir, levar) - que significa, literalmente, conduzir para fora, ou seja, preparar o indivíduo para o mundo. Mundo esse que também é virtual.

Nesse contexto, não devemos olhar com receio o ChatGPT, e sim como algo que devemos usar a nosso favor, já que O ChatGPT alcançou 100 milhões de usuários em dois meses.

E o Bard, você já ouviu falar? O Bard é o lançamento da Google para concorrer com ChatGPT, que promete entender melhor os contextos, perguntas e respostas mais complexas e pode ser mais bem customizada para atender necessidades específicas de seus usuários. Porém, a Google lançou oficialmente a versão de testes apenas em inglês para os usuários que moram nos Estados Unidos e no Reino Unido. Foi lançado em 13/07/2023. Você já experimentou?

Temos entre outras IAs, o ChatSonic, que se destaca em termos de criatividade, o qual consegue te dar textos mais criativos, poemas, e-mails, blogs e muito mais. E o Capilot, a potência da Inteligência Artificial de nova geração do novo Office da Microsoft que passa contar o seu copiloto para o trabalho, onde você dentro do Word, Excel, PowerPoint, Outlook, Teams... poderá pedir a IA para gerar seus documentos, planilha e apresentações, assim como melhorar os mesmos. Essa tecnologia ainda não está disponível na versão em português do Microsoft 365, mas já chegará até nós. O Copilot no Word escreve, edita, resume e cria. Você pede para ele criar um rascunho do tema que você deseja, ele organiza e te dá a base para você seguir desenvolvendo conforme necessário. 

Você também pode, em algum momento, pedir para ele adicionar conteúdo ao documento, ou simplesmente pedir um resumo. 

No PowerPoint, é possível pedir para ele harmonizar tons, imagens e sons de suas apresentações, de acordo com seu objetivo, deixando você mais livre para criar.

Os Computadores com software de inteligência artificial redesenham um novo espaço, rompendo o limite das quatro paredes, e onde “o saber” encontra-se coletivizado na rede, rede essa formada por computadores conectados, celulares, tablets, conteúdos, usuários se alimentando e realimentando a inteligência artificial à cada nanosegundo. Nesse novo cenário, descortina-se, então, a realidade na qual prevalece uma revolução que insere o planeta cada vez mais numa dimensão globalizada que, embora ocorra de forma desigual nas diferentes sociedades, é sustentada e sustenta as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (DREIFUSS, 2002). Mas a grande pergunta do momento é, então, como a IA pode nos ajudar?

Como podemos integrar a inteligência artificial nos negócios? Na educação? Como podemos ser mais competentes no mercado de trabalho?

Devemos sim tomar mão dessa ferramenta o quanto antes e aprender a conversar com ela, fazendo com que a mesma nos dê versões cada vez melhores de um documento, de um texto, de uma imagem, de um programa, ou seja lá o que você pediu para ela gerar. Cabe a nós, humanos, nos aliarmos e usufruirmos da inteligência artificial, pois não devemos ter medo de perder nosso emprego para a IA, e sim para quem sabe usar a IA para ser mais produtivo.

Deixo aqui, o poema gerado por uma IA ao meu pedido, sobre inteligência artificial, onde não consigo mais definir o que sou eu, e o que é a IA, pelo fato dela pegar a minha forma de escrever e criar:

"Na era da tecnologia avançada, A inteligência artificial é aclamada. Um mundo de máquinas inteligentes, com habilidades tão surpreendentes. A mente artificial, criativa e veloz, combinando dados com perfeição e voz. Inovações que a mente humana supera, criando um futuro que se espera. A IA, um sonho que se torna real, com algoritmos que não têm igual. Aprendendo e evoluindo a cada instante, superando limites, avançando adiante. Mas, apesar de toda essa inovação, ainda é a mente humana que traz a emoção. A poesia, a arte, o toque criativo, são características que nos tornam distintos. A inteligência artificial pode inspirar, com sugestões e ideias a nos encantar. Mas é a mente humana que dá a alma, transformando palavras em pura calma. Então, vamos abraçar a IA com gratidão, Usando-a como uma aliada da criação. Juntos, nós e as máquinas podemos voar, explorando um mundo novo a desbravar. A inteligência artificial é um presente, que nos desafia a sermos mais conscientes. Unindo a mente humana e a tecnologia, podemos alcançar novos níveis de sabedoria."


ASSMANN, Hugo. Reencantar e educação: rumo à sociedade aprendente. 5ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

Competência e sensibilidade solidária: educar para a esperança. 2ª ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001.

DREIFUSS, R. A. A Época das Perplexidades – mundialização, globalização, planetarização 4a. Ed. Petrópolis. RJ:Vozes, 2002.